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História do Papai Noel

Origem do Papai Noel

Até o final do século XIX, Papai Noel era representado com uma roupa de inverno marrom ou verde escura. Hoje em dia, ele é geralmente retratado como um velhinho bondoso, rechonchudo, com barba branca e trajando um casaco vermelho com gola e punhos branco, calças vermelhas de bainha branca, com cinto e botas de couro preto. Este personagem teve origem baseado em São Nicolau, que foi um dos santos mais populares no Cristianismo, mas atualmente poucas pessoas conhecem sua história.

Como surgiu o Papai Noel?

A principal história dele no ocidente, que fez com que mais tarde viesse a ser criado nosso querido Papai Noel, foi a de que certa vez, um comerciante falido, sem outra opção, iria vender suas filhas para prostituição. Para evitar que isso acontecesse, ele jogou pela chaminé um saco com um punhado de moedas de ouro, para que este pai pudesse pagar o dote do casamento de sua filha mais velha. Tempos depois ele tornou a jogar um saco de moedas de ouro, para a segunda filha, mas quando retornou para fazer o mesmo com a terceira, o pai o pegou no flagra e pediu perdão pelo que quase havia feito. Desde então, uma série de especulações surgiram à respeito de São Nicolau, mas certamente a mais importante foi a criação desse bom velinho.

A transformação de São Nicolau em Papai Noel, teve início na Alemanha, entre as igrejas protestantes, e sua imagem passou a ser definitivamente associada às festividades do Natal e as costumeiras trocas de presente no dia 06 de dezembro, que é dia de São Nicolau. Nasce então, a lenda que viria a ser até os dias de hoje, uma das maiores histórias já conhecidas e integradas pelo homem.

Papai Noel mora no Pólo Norte e montou uma pequena fábrica em sua casa para criação dos brinquedos que ele distribui para as crianças. Possui uma infinidade de duendes auxiliares para a produção desse montante de brinquedos. Na noite de Natal, munido de seu saco de presentes, seu trenó, seu conjunto de oito belas renas e muita boa vontade, esse bom velinho sai pelo mundo afora entregando todos os presentes, de casa em casa, para todas as crianças que fizeram por merecer durante o ano.

Papai Noel – História e Curiosidades

Papai o quê?

Nunca paramos para pensar, mas o bom velhinho não se chama Papai Noel em todos os lugares do mundo. Parece um pouco de bobagem pensar sobre o nome de Papai Noel, mas é muito divertido saber como o velhinho dos presentes se chama em todos os lugares do mundo. Para que você não fique por fora dos nomes do Papai Noel selecionamos alguns para você ver e aprender.

Em caso de você viajar no natal e desejar chamar o Papai Noel poderá fazê-lo de várias maneiras e cada uma adequada ao país em que você está. Além dos nomes veja como os nomes diferentes também podem demonstrar ideias diferentes de bom velhinho ao redor do mundo.

Na Alemanha ele é o Kriss Kringle que em tradução literal significa Criança de Cristo. Podemos perceber uma referencia bastante reta com o nascimento de Jesus. No Brasil quando pensamos em Papai Noel não pensamos necessariamente em Jesus mesmo o natal sendo motivado pelo seu nascimento.

Já os franceses não chamam o bom velhinho de maneira tão diferente de nos brasileiros. Para eles o Papai Noel é o Pere Noel. O mesmo significado, mas com o biquinho francês para acompanhar. Fica mais chique.

Para os países que “hablam” espanhol em geral é Papa Noel o mesmo siginificado que tem no Brasil. Mas, as festas certamente são muito mais divertidas. Os americanos esperam na noite do dia 24 de dezembro por Santa Claus que é o mesmo que o nosso velhinho que entregar presentes de uma forma tão generosa. Os canadenses também usam essa nomenclatura dos americanos.

Os ingleses tem o Father Christmas que possui barba e casaco maiores que os convencionais de nosso Papai Noel. Já o nome que os suecos dão a Papai Noel lembra o nome dos super heróis da Marvel, Jultomten. Que parece nome de herói de quadrinhos parece.

Os holandeses tem o Kertstman e os finlandeses tem o Joulupukki. Nomes diferentes e até um pouco estranhos, porém, temos que levar em conta as diferenças de língua que existem entre o Brasil e esses países. A Rússia tem dois nomes para o bom velhinho ele pode ser chamado de Grandfather Frost ou Baboushka.

Os italianos também têm dois nomes para o Papai Noel, mas temos que admitir que são os nomes mais fofos para o velhinho de vermelho. Para os italianos ele pode ser Belfana ou então o Babbo Natal. Nomes diferentes e bem interessantes. Os cristãos do Japão o chamam de Jizo já na Dinamarca ele é conhecido como Juliman.

Quer aprender como fazer panetones nesse natal e ter uma renda extra, mesmo ser nunca ter feito nada na cozinha?

O mesmo personagem pode ter muitos nomes e também muitos estilos, mas no fundo o que importa mesmo é que ele traga sempre essa mensagem de amor e carinho que o mundo tanto precisa para que as pessoas sejam mais felizes. Feliz natal e vê se decora os nomes do bom velhinho pata poder conversar com ele em várias línguas quando ele for deixar o seu presente. Boas festas e bom natal para você e a sua família.

Saiba mais sobre o Natal em outros paises

Os pratos de natal de vários países

O natal é bastante lembrado no que concerne a bela mesa da ceia e a comida deliciosa que é servida. Porém, os outros países possuem gostos bem diferentes para a culinária natalina que o Brasil e para quem tem curiosidade de conhecer essas diferenças e quem sabe colocá-las na sua mesa segue um apanhado geral sobre as mesas de natal de vários países.

A ceia de natal brasileira pode ser bastante variada de uma região para outra devido ao fato de que nosso país é bastante extenso. Em geral temos algum tipo de carne vermelha e uma ave na mesa. Há também pratos clássicos como a rabada e o panettone. É difícil imaginar uma ceia sem esse tipo de alimentos, mas em muitos países a carne não é presença constante.

A ceia da Polônia se inicia no dia 24 de dezembro assim que surge a primeira estrela no céu. O mais incrível dessa ceia é que não há carne vermelha e sim o consumo de peixes que são acompanhados com vinho branco. Há também sopa de cogumelos, pão, vários tipos de doces e o principal deles a torta de sementes de papoula. Os doces de mel também são bastante populares nessa época do ano.

A ceia de natal francesa é especialmente reconhecida em todo o mundo devido é claro a sua grande diversidade de pratos deliciosamente sofisticados. Cada região desse país possui um prato em particular em destaque. Vamos começar pela Acácia que tem como o prato principal o ganso preparado de uma maneira magistral.

Para os moradores da região de Bargum o prato principal é o Peru com nozes que além de delicioso é bastante sofisticado. Em Paris a ceia é composta por ostras e faie gras mais elegante e delicioso que isso impossível. A França também tem vários pratos com molhos brancos, ervilhas e grãos que são presença constante na mesa de natal todos os anos.

O nosso país amigo Portugal tem como alimento principal da ceia o bacalhau com batatas e também o peru recheado o que deixa a mesa muito mais charmosa e bonita. Os alemães preferem uma ceia com bastante carne de porco seja em enchidos, chouriços, salsichas e muitos outros com base em carne suína.

A ceia mais interessante até aqui é a italiana com as maravilhosas massas que fazem desse país um sucesso mundial. Mas, não pode deixar de te também o peru de natal e um belo vinho tinto. Nos Estados Unidos a ceia é composta do peru de natal e também da rabanada que faz a verdadeira alegria das crianças.

Podemos perceber que algumas coisas a ceia brasileira tem em comum com a ceia de outros países, mas com certeza a nossa alegria é única e especial. Talvez seja interessante procurar misturar um pouco as tradições de vários países a mesa. As ostras parisienses são uma tentação e tanto. Mas, não se empolgue e pule fora do regime mais cedo. Aproveite uma das melhores coisas da noite de natal a bela ceia.

O outro lado do Natal – Curiosidades

Se você é do tipo de que gosta de curiosidades sobre os mais variados temas então vai gostar de ler um pouco sobre o outro lado do natal. Nem sempre essa data comemorativa foi essa festa bonita e colorida que celebramos todos os anos. O mais interessante a se saber é que o natal nem sempre foi uma comemoração devido ao nascimento de Jesus.
A Europa foi a pioneira nas festas e rituais nessa época de mês de dezembro e quase sempre com motivações de adoração a algum Deus. Isso se deve ao fato de que essa época de dezembro é o solstício de inverno uma data bastante propícia para as crendices populares aflorarem na sociedade.
Um exemplo é o Yule comemorado na Escandinávia no dia 21 de dezembro. Nesse ritual era necessário queimar uma grande tocha em adoração ao sol. Já os alemães adoravam o Deus Oden que segundo a sua crença fazia voos a noite nessa época para decidir quem seria afortunado ou sem sorte no ano seguinte.
Mas, com toda a certeza a comemoração mais longe do que o natal é e representa hoje era a festa de Roma que fazia do mês de dezembro era o mês da Saturnália comemoração ao Deus da Agricultura e o momento do ano em que se podia fazer qualquer coisa. Isso inclui bacanais, grandes festas, fartura e muito mais. O dia 25 de dezembro para os romanos era especial para comemorar o dia do Deus Mithra que era uma divindade infantil nascida de uma pedra.
Durante muito tempo a Igreja Católica comemorou apenas a páscoa, ou seja, a ressureição de Cristo e a partir do século VI o Cristianismo achou conveniente haver um feriado que comemorasse também o nascimento de Cristo. O único problema é que a Bíblia não fornecia essa data. O imperador Julius viu nesse momento a oportunidade de acabar com os festejos exagerados ao Deus Mitrha e também com a Saturnália instituindo o dia do nascimento de Jesus no dia 25 de dezembro.
A ideia era acabar com a presença de festa pagãs e tornar essas festas de inverno menos tumultuadas e bagunçadas. Uma curiosidade em relação a festa de natal é que na Inglaterra a data, no século XVII, era considerada um sinônimo de baderna. Todos os anos era eleito um “Lord da Baderna” e com sua comitiva de pessoas mais pobres ele seguia para as casas mais abastadas da cidade em busca das melhores comidas e bebidas. As famílias que não fornecessem o que lhes era pedido teriam a sua casa atacada de maneira violenta e também sofriam ameaças. Podemos dizer que era uma espécie de Halloween mais violento. O medo era tanto que durante um tempo as festas foram proibidas na Inglaterra.
Na América a data da festa de natal também já foi sinônimo de violência e confusão no século XIX a festa tinha contornos como os da Inglaterra. A primeira força policial de Nova York foi criada para conter a bagunça durante a época natalina. Nada como ter uma comemoração pacifica e em família como hoje em dia.